sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Para quem gosta da H&M

Aqui vai um segredinho em primeira mão... Na próxima semana temos antecipação dos saldos, as chamadas " PROMOÇÕES" em que podemos levar tudo o que tem na loja por 50%!! Ah pois é... isto dito por um certo gajo que trabalha na H&M em Braga e que básicamente me persegue, desde o dia em que fiz uma reserva e deixei o meu número --' Enfim, valha de alguma coisa! Diz ele que no dia anterior ás ditas promoções vai mandar mensagem a comunicar, e que se eu pretender comprar algumas peças pode fazer uso do seu desconto de 30% a acrescentar ao valor em saldo ( coisa que como é obvio não vou querer, já que quero é que pare de me chatear assim... o mais rápido possível!?).
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Verdades
"Eu tenho uma teoria de vida que, até agora, não tem falhado. Toda, mas mesmo toda a gente nos desilude um dia. Mãe, pai, irmãos, namorados, maridos, melhores amigos, é escolher. Porque todos, mas mesmo todos, vão falhar. Às vezes não tem grande importância, outras vezes tem e é completamente impossível voltar a olhar para as pessoas da mesma forma. E o melhor que termos a fazer é estarmos preparados para isso. Não vale a pena viver na obsessão de estar sempre a pensar de onde virá a próxima facada nas costas, mas cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém. É isso e manter sempre as expectativas relativamente moderadas, seja em relação a quem for. Porque quando se acredita que alguém nunca será capaz de nos desiludir, geralmente a pancada é maior.As pessoas desiludem-nos. De propósito, sem se darem conta, porque não têm capacidade para perceber os seus actos, porque são parvas, infantis, inconsequentes, levianas, egoístas, seja lá o que for. E nessa altura faz-se a triagem. Perdoa-se quem merece ser perdoado, expulsa-se das nossas vidas quem não interessa, quem não é um valor acrescentado, quem não está lá a fazer nada, quem não merece (porque é disso que se trata, merecer) a nossa amizade, o nosso amor, ou o nosso respeito. Acho que ao longo da vida se vai percebendo que não temos tempo de qualidade para dedicar a toda a gente que gostaríamos, por isso é uma parvoíce gastá-lo com quem não interessa. As pessoas são falíveis, e eu sei que também já desiludi algumas pessoas. Aliás, passo a vida a achar que o estou a fazer e a tentar remediá-lo o melhor que sei e posso. Mas também acho que estou mais intolerante. Ou mais esperta. E tenho a certeza que se alguém me falhar de forma incontornável, ganha um bilhetinho de saída para fora da minha vida. Sem regresso possível. Já não acho que tudo é admissível, que tudo é desculpável, que toda a gente é bem intencionada mas que, de quando em vez, tem um lapso, um descuido. Não é verdade. Para tudo na vida há sempre aquele segundo em que se pode optar. Sempre, sempre, sempre. Por mais que digam que não. Opta-se entre ir para a direita ou para a esquerda, entre comer carne ou peixe, entre fazer ou não alguma coisa que vai ter consequências, causar estragos, magoar alguém. Nada é ao acaso, por muito que dê jeito pensar que sim. Lamentavelmente, as pessoas não são todas boas. E, lamentavelmente também, há gente intrinsecamente parva que nos rodeia, que diz e faz parvoíces indesculpáveis, que o máximo que merece de nós é indiferença. Ou pena.É raro o dia em que não recebo um ou outro mail, ou que não sei de uma história de alguém que tem o mundo virado do avesso por causa de outro alguém, e tenho pensado nisto. Nisto e na efemeridade da vida. Se calhar estou a ficar esotérica (medo), se calhar é da proximidade dos 30, o certo é que ando mais pensativa. E mais alerta. E se se pensa que alguém não tem lugar na nossa vida, provavelmente não é só uma dúvida. É uma verdade. E uma perda de tempo." in A Pipoca Mais Doce, adoro!
terça-feira, 8 de junho de 2010
Elizabeth BanksO que é que se faz quando depois de tantos anos nos pedem desculpa por tanto mal que nos fizeram? Não estava de todo á espera, de um pedido de desculpas tão sincero, nem de tudo o que disseste sobre o que passou... A sensação é de ter sofrido em vão, de raiva, mas ao mesmo tempo de calma. Afinal nem tudo aconteceu por acaso.
Look*
segunda-feira, 7 de junho de 2010
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